31 dezembro 2005

Onde estaremos?

Previsão:
Eu, a Madalena, a Raquel e a Rita vamos estar em Azeitão. O Zé Eduardo e a Teresa e o Fernando e a Maria da Graça em Mangualde. O Guilhas, o Miguel e o Eduardo em "New Village of a Thousand Fountains". O Mário, a Lena e a Clara na Cruz de Pau. Os outros não sei!
Passem bem o ano. Que ele seja bom para todos.
E não se esqueçam de adiantar um segundo ao vosso relógio porque este ano é mais comprido que o costume por causa da frequência das ondas de radiação electromagnética emitidas pelos átomos do césio 133 que rege o nosso tempo civil. Esta frequência é considerada pelo Comité Internacional de Pesos e Medidas, responsável pelos relógios do mundo, a mais fiel em relação ao tempo que a Terra, com a sua rotação, impõe.

30 dezembro 2005

eu cá vou andando para 2006...

Mais alguém vai entrar em 2006 na bela localidade de Vila Nova de Milfontes ou sou só eu e o Guilherme?

Bem, seja onde for que estiverem, comecem bem o novo ano. E que uma das passas não vos entre pela traqueia abaixo. Que eu estou em Milfontes e ainda não aprendi a entubar pessoas. E depois com o champanhe e tal até pode ser perigoso. O melhor é que em caso de passa-no-canal-errado peçam a alguém uma manobra de Heimlich. Isto se no meio da aflição conseguirem falar. O melhor é ter um cartãozinho no bolso a dizer "Heimlich". Já agora façam mais e podem distribui-los pelos amigos.

Então Guilhas, encontramo-nos para comer croissants de chocolate na Mabi?

Bom ano para todos!

28 dezembro 2005

Mário Simões

Num dos últimos dias do último mês de 1951, o vinte e oito para ser mais preciso, nascia na Amadora o Mário Jorge Pinheiro Simões, conhecido a partir de certa altura e em determinados meios como Tio Mário.
O assinalador desta efeméride envia ao simpático colaborador deste familiar blog os desejos de uma provecta e feliz idade e que uma florescente paciência favoreça a continuidade da sua proverbial disponibilidade.
PS- Sempre me baralhei com o dia. Seria 28 ou 29? Ainda agora, que tenho a certeza de que é 28, continuo com uma dúvida localizada nas camadas semi-conscientes.

25 dezembro 2005

O Dia Seguinte


Depois da noite que tivemos ontem no local assinalado na foto, o dia seguinte é digamos que, de vazio.
Cansados estamos, felizes também, porque julgo que todos gostaram.
Prontos para outra?
Evidentemente!!
Em 11 meses, tudo se recupera.
Se o Natal é uma quadra de paz e amor, vocês, família, foram eloquentes na sua demonstração.
E perdoem-nos, se vocês gostaram, nós adorámos.
Beijos a todos.

24 dezembro 2005

Durante o Jantar de Familia


O típico perú, o bacalhau à Brás, a Sopa que ninguém me soube explicar de que era feita, mas que sabia melhor que muitas por aí feitas nos melhores restaurantes de Paris de França, o vinho, a cola (não é coca-cola, mas supreende pela sua qualidade de paladar)... Ainda faltam os doces! O mais esperado... eu sou dos M.M.C.O. (Magros Mas Com Orgulho) mas não menos guloso que os G.M.S.J. (Gordos Mas Sem Juízo)... Este ano em casa dos Barata Correia Simões que prima pela qualidade do espaço adaptado aos 37 comentes famintos que tão alto expressam as suas ideias, ou as dos outros! Desde já os meus mais sinceros parabéns a esta família corajosa que num primeiro ano em que o Natal não pode ser festejado em casa da avó, se entregou de corpo, de CORPO mesmo e alma a esta Tradição!
Mas surpresas virão? Talvez... Não percam o próximo episódio porque nós também não!!!


Desculpem a imagem, mas segundio a prima rita, os post'e com foto são sempre mais engraçados, mesmo que não tenham nada a ver... Foi o melhor que se arranjou!

O Natal na Cruz de Pau

Este ano passamos o Natal é em casa do Mário e da Lena. O Eduardo acaba de telefonar da fronteira de Elvas e já está a caminho, a Margarida o Rui mais os seus adjacentes já estão na Cruz de Pau. Dos outros não sei nada de especial mas adivinho que estão a lavar-se e pentear-se para este acontecimento anual que constitui o nosso encontro. Que tem que continuar a ser importante, em nome dos mais pequenos, dos mais crescidos e dos que, no tempo que também era deles, gostaram tanto de estar connosco.

22 dezembro 2005

A Madalena faz um ano


Faz hoje um ano que, por volta das 17.30, o meu irmão José Eduardo telefonou a comunicar-me o nascimento da sua (dele) terceira neta. Parabéns à Ana e ao Rodrigo. E também para a menina séria e linda que tive o prazer de rever no dia 17.
Nesta fotografia aparece ela e mais o palerma do signatário, no dia em que ela completava 360 dias.

A Porta Assassina


A minha casa tem várias portas (9, para ser precisa).
Em geral são portas normais e carinhosas, com truques para fechar e abrir, branquinhas e queridas... mas depois há uma outra, a Porta-da-Cozinha, também conhecida, desde ontem, por "A Porta Assassina".
Era uma noite normal na residência 2º Esq. No Sótão a Inês costurava, o Rui via um filme e os gatos enroscavam-se junto ao aquecedor. O Gustavo lia um livro e eu estava na cozinha a fazer feijão, puré de batata e ovo estrelado (come-se muito bem na minha casa...)

Claro que a potência contratada à EDP (3,45kVA) não resistiu à torradeira, micro-ondas, aquecedor e etcs. Pum, quadro abaixo, escuridão.
Por ser eu a pessoa mais próxima, nem ninguém disse nada e dirigi-me ao corredor quando: bang!!!!
"Simultâneamente, nariz e joelho esquerdo de Rita Barata embatem na Assassina que se tinha posicionado de forma a ficar intangível às mãos ceguinhas da rapariga desgraçada. Dona de uma coragem inacreditável, e sem emitir um som, a pobrezinha ligou a luz, pelo bem comum e com as lágrimas a saltarem dos olhos foi quaisi-desfalecer pra cima da cama"

Descansem caros familiares... o Nariz, apesar de um bocadinho inchado, parece ir sobreviver mais ou menos direito... Mas lá que ainda doi um bocado, doi.

Fiz um post disto porque o meu pai disse que em vez de fazer comentários a contar histórias, mais valia fazer logo uma coisa a sério.

PS: Não percebo como é que há pessoas que vivem de andar aos socos no nariz uns dos outros, eu ficava KO em 5 seg.!

O Eduardo está na França

O Eduardo está em Paris de França a passear com mais oito colegas. Foram de carro e hoje prevê-se que vá à Eurodisney, sítio onde nunca o levei por espartanismo educativo e forretice congénita.
Provavelmente provoquei nele um atraso em alguns factores de maturidade que o levam a visitar o Mique, a Mine e mais a vovó Donalda.
Atrasos de que eu provavelmente também padeço mas não nos factores acima referenciados. Eu só choro quando vejo o "Bambe" e o "Herbe".

18 dezembro 2005

Dear Blog

Querido blog:
Gostava de te contar que fui ontem, dia 17 de Dezembro, mais 35 da minha família, fazer um almoço a Tomar no Restaurante Lúria. Bem importante é tu ficares a saber que foi a Inês, aquela das duas filhas, que se lembrou disso e todos achámos que foi uma bela ideia. Só não foi quem não pôde e assim nos juntámos o José Eduardo, o Rodrigo e mais o Rodrigo, e o Eduardo, a Cláudia, a Lena, a Rita e a Rita, o Vasco, a Raquel, a Leonor, a Madalena, a Madalena, o Rui, o João Maria, o Luís Veras, a Bela, o Guilherme, a Leonor, o pai dela que também é João, a Clara, o Afonso, o Nuno, o Carlos Augusto, o Diogo, o Mário, a Ana Luisa, o Fernando, a Guida, e a Margarida, a Mariana, o Pedro, a Teresa, a Maria da Graça, o Miguel e até a Inês.
Chegámos praticamente todos atrasados mas não demasiado. Fomos carinhosos como sempre e barulhentos como nunca. Comemos como nem imaginas, que o que nos apresentaram para tal fim era apetitoso e a fome era muita.
Das entradas, comidas antes de nos sentarmos, lembro o queijo de cabra com tomate e orégãos, as sardinhas no forno com cebolada e azeite, uma variação semelhante com Sável, ovas cozidas com feijão frade, enchidos vários muito gulosos, passas de figo com polme, idem com feijão verde, açorda de silercas (cogumelos lá da terra) apresentadas dentro da carcaça de um pão de quilo e outras coisas que já se me varreram.
Repara, querido blog, que se digo tudo isto é para tu saberes e eu não me esquecer.
Não me esquecer é como quem diz! Eu só me posso esquecer dos pormenores porque em relação aos pormaiores isso é impossível.
Depois houve sopa de peixe. Muito boa. Muito boa e profusamente repetida.
Os resistentes comensais ainda comeram uma carne no forno com acompanhamentos a sério. Mais açorda de silercas (que deve ser comida de bruxa), grelos, batatinha assada e salada de tomate e cebola migada.
Os doces não deixaram grande história até porque, como sabes, nesta família ninguém gosta de doces. E aqui fica esta mentira para cortar o rigor da descrição.
Ao fim demos um merecido e lindo ramo de rosas à nossa provedora da refeição, a querida Inês. A maior parte de nós ainda passou em Tomar para um cafezinho no Paraíso e à despedida só nos consolámos com a perspectiva do próximo encontro no Natal da casa da Tia Lena e do Ti Mário.
Para quem não esteve lá vai um beijinho especial e o desejo de que, para a próxima, tenham também o gosto de suportar tudo isto.
A próxima será quando for, e o humilde autor destas linhas vai ser o convidador. Já estou a juntar dinheiro para honrar tão saboroso compromisso. Adianto que as minhas flores favoritas são as couves(-flores) mas também recebo em grelos.
Viva o 17 de Dezembro de 2005
Viva a amizade entre nós
Viva a Inês e todos os outros
Glória a todos os ausentes
Glória in excelcis Deo
Abaixo a minha cabeça e cumprimento-te respeitosamente
Querido Blog

Na fotografia de grupo falta a Madalena fotografiadora e o João Maria, que se recusou a ser retratado.

16 dezembro 2005

Que grande dia

E como a vida não é só feita de maus momentos, apeteceu-me partilhar convosco o grande dia que tive hoje.
Começou bem cedo, aliás como de costume, apesar da reforma. Encontrei-me em Almada com a Guida onde passámos grande parte do dia. Tinhamos estabelecido tarefas que julgámos serem impossívéis de concretizar, mas afinal correu tudo como planeado.
Na próxima 2ª feira contamos encerrar definitivamente e com grande pena a casa onde todos vivemos momentos inesquecíveis nos últimos 36 anos. Não foi tarefa fácil!
Tenho uma sensação mista de vazio e de satisfação de termos cumprido as vontades da nossa mãe.
Presto também aqui, publicamente, homenagem à minha grande companheira destes últimos meses, que aguentou estoicamente esta tarefa de que fomos imcumbidas.
O dia não podia ter terminado melhor. Assistimos a um excelente concerto da Banda da Armada na Escola Naval, que excedeu todas as minhas expectactivas, que eram grandes, um privilégio para os ouvidos de quem os ouve. Se tiverem oportunidade de os ouvir, não a percam.
Boa noite, durmam bem e até Lúria.

15 dezembro 2005

Árvore de Natal

Hoje vi a árvore do nosso Natal em casa da 'Vó Lia, na sala do 5º B do Colégio de Santa Clara da Casa Pia da Lisboa. Estava bem e pareceu-me contente!!

À mesa com...

Respondendo ao gritado apelo do Tio cbarata, volto a dirigir-me aos estimados familiares, desta vez oferecendo um serviço que classifico (na minha modesta apreciação) como sendo de valor acrescentado. Trata-se, nem mais nem menos, do que uma despretensiosa crítica restaurantina, na senda do lema "partilhando é que a Bola vai girando" (a Bola como mundo, advinharam). Tendo em conta a época anual que vivemos, isto é, de preparação natalar lembrei-me que um facto indesmentível é a atracção que os grandes espaços de comércio intenso, vulgo centros comerciais exercem. Agarrando como um íman o incauto consumidor, estes espaços apresentam em complemento de oferta uma área dedicada à restauração, aliás deveras diversificada. Coloco-me assim na pele do nobre familiar percorrendo (exemplarmente) esse templo do consumo que é o Colombo, acelerando entre a compra do slip 100% lycra e do piúgo 100% lã mas que vem um pouco afibralhado e a típica vela de ocasião com ou sem cheiro. Ora o mais natural, é o digno familiar assim embuído do frémito consumista relegar para segundo plano os sinais estomacais e, na evidência destes se tornarem gritantes, deparar-se com a necessidade urgente de satisfazer as carências alimentares.

Nesta perspectiva, surge ao visitante, e ocupando uma volumetria que poderíamos comparar ao tradicional "quarteirão", um verdadeiro oásis da degustação rápida - o espaço de restauração McDonald's.
Apresentando o tradicional balcão corrido, aqui de generosas dimensões para dar vazão ao afluxo de esfomeados consumistas, o McDonald's do Colombo apresenta o espaço de assentamento dividido entre o piso térreo e um mezanine que empresta uma terceira dimensão ao local. A mesendação aposta no alumínio "Flash Bright" contrastando com o vermelho "Passion Rose" dos tampos da mesa. O toalhame, como cobrição da tábua mesar, é inexistente uma vez que este restaurante recorre ao tabuleiro de manufactura plástica, este sim ornado com uma folha de papel multicromática e normalmente publicitária, como protecção higiénica e decorativa. Em complemento de oferta, a área de manjação disponibiliza alguns balcões ao estilo "Snack" decorados na mesma cromatomia, mas oferecendo auscultadores de música em conpensação da degradação do conforto.
A carta de opções para degustação está ausente na versão impressa, encontrando-se projectada em ecráns "Flat Neon", aliás com visualização pictorial do produto final que será servido. A predictibilidade das opções do menu são uma mais, ou menos valia dependendo do ponto de vista. Por exemplo, se num país ocidental o esfomeado personagem poderia ter a opção de escolher um menú mais variado noutro qualquer espaço de restauração, em países onde a Língua é menos acessível, digamos, no Japão, o mesmo carente alimentar saberá optar sem dificuldade pela escolha correcta.
É de realçar, contudo, o esforço do restaurante em disponibilizar uma oferta cada vez mais direccionada para a cultura vigente. Por isso, enquanto em tempos anteriores os entrantes estavam ausentes da carta, neste momento, aos comensais, já é possível seleccionar por entre uma escolha de sopas tradicionais e assim preparar o leito estomacal para o pitéu que se seguirá.

As peças de resistência diversificam entre diversas formas da habitual sanduíche de carne picada, ou do aviárico galináceo, tipicamente acompanhadas pelas padronizadas batatas fritas apresentadas em envelope de cartolina. É, mais uma vez, de saudar o facto de, em devido tempo, passar a constar do menú um conjunto de soluções saladares embora haja que ter em atenção ao
molhame. Isto no caso do estimado familiar leitor estiver a pensar tomar o atalho da chamada comida saudável.

Para os mais novos o McDonald's avança a conhecida "Happy Meal" onde para além da opção entre as sanduíches de carne picada, estão disponíveis também os fritos palitares de frango e peixe. Esta opção de menú vem acompanhada de uma pequena oferta dedicada aos jovens, sendo o tamanho das doses ajustado ao público-alvo.

Para as finalizações, o McDonald's propõe uma variedade de gelados ou ainda a tarte de maçã ao estilo germânico (aqui há que ter em atenção às quenturas pois a temperatura de servidão é alta). O café, mais uma adaptação à cultura local, é servido em quiosque localizado anexamente ao restaurante, com vigência exclusiva da apreciada variedade "Expresso". Neste espaço, é também possível encomendar outros complementos como sejam os gelados, biscoitos e bolos de diversos tipos.

Ao nível da garrafeira, prima-se pelo vazio, sendo, seguramente, um ponto a melhorar. A oferta para acalmar as securas gravita em torno das bebidas gaseificadas, assim como sumo de laranja (não 100% natural) e cerveja.

Voltando-nos para a serventia, o restaurante regula-se por uma variação do regime de auto-serviço, em que o esfomeante é atendido no balcão onde estão equidistantemente distribuídas as diversas caixas de pagamento. A simpatia do atendimento, regra geral, pauta-se pela normalidade, previligiando-se a rapidez, o verdadeiro paradigma desta cadeia de restauração. Não é corrente oferecer gratificação, embora existam pequenos recipientes em acrílico "Crystal Clear" para o efeito.

No dia da visita optou-se pelo "McRoyal deLuxe" - sanduíche de carne picada servida com rodela de tomate e folha de alface e aconchegada com maionese. A confecção do picado correspondeu ao esperado não apresentando defeitos. A batata frita de acompanhamento apresentava a fritura no ponto e o correcto escorrimento do óleo da mesma. Os molhos servidos não deslumbram na qualidade mas também não oferecem críticas, embora a abertura das embalagens continue a ser um processo a melhorar pois raramente não deixa vestígios de produto nos dedos. Para sobremesa, o caminho escolhido foi um gelado "Sundae", de caramelo, confirmando o McDonald's como sendo, na modesta opinião deste vosso escriba, o ex-libris neste tipo de gelado. No final, o café foi servido em chávena correctamente aquecida, e sem reparos.

No que à algibeira diz respeito a refeição completa no McDonald's rondará os 5-6 Euros, parecendo-me uma retribuição equilibrada.

Para arribar às conclusões, aponta-se o McDonald's como uma solução balanceada dentro dos parâmetros esperados e tendo em conta o fito inicial que se apresentou. Sejam os desejos vocacionados para uma gastronomia mais desenvolvida e menos pressionada em tempo, outro tipo de alternativas se apresentam e cá estarei para direccionar os respectivos vectores de orientação.

14 dezembro 2005

A Lúria

Descrevo aqui, a quem interesse, o caminho para o Restaurante "A Lúria":
Auto estrada A23 (acho que é esse o número) que liga o nó de Torres Novas a Castelo Branco e à Guarda. (isto vai mesmo para analfabetos dos caminhos).
Direcção Tomar, no cruzamento que fica a cerca de 16 Km do referido nó, pela Nacional 110.
Depois de andar cerca de 10km, após Asseiceira e Guerreira, aparece uma Rotunda e aí seguimos para
Direcção Castelo do Bode pela Nacional 358 (e faltam 2 Km. para o destino).
Cerca de 1 Km depois há um desvio para a direita com a indicação Cochões e Restaurante. Vai-se pela direita no cruzamentozinho seguinte, anda-se mais um bocadinho e chega-se a Portela de S. Pedro que é onde fica o Restaurante. Estacionar e puxar o travão de mão. Sair do carro e cumprimentar as pessoas.
...até lá!!

12 dezembro 2005

Salta d'afunto

Falta d'assunto! É verdade . Mas eu custa-me ver este blog abandonado. Este espaço tem vida própria que é insuflada por impulsos digitais empurrados para a net pelos nossos cérebros e se ninguém aqui escreve nada deve entrar em sofrimento. Não deve ser assim mas a mim parece-me.
E depois é um bocado injusto. Se só festejarmos aniversários (o que é muuuuito importante) só temos trinta e tal dias de convívio. É pouco!!
Por isso vou arranjar maneira de dobrar a falta de assunto. (No sábado fui ao Restelo de manhã, a Rita estava lá a nadar, a outra Rita foi-se inaugurar no treino do Triatlo e eu estive baita tempo a falar com a minha filha. Foi bom!).
Parece que nem foi muito difícil tornear esta. Não tenho mais? (Depois, ao jantar, fui com a Madalena jantar ao Orelhas, em Queijas. Perguntam pouco e vão trazendo. Peixe ou carne? Se não gostar do vinho não paga! Sobremesa é de travessa na mesa e, oferta da casa para nós e os nossos vizinhos do lado, uma garrafa de 35cl de Porto LBV. Preço de dia de festa.)
E que mais? (Já na sexta fui a Aldeia Nova de S. Bento levar o DVD da Ronda aos cantadores lá de terra. Gente de primeira e um belo jantar no rerererevisitado Molhóbico em Serpa. Altamente recomendado).
Não tenho assunto! Beijos para quem for de beijo e para os outros também.

10 dezembro 2005

O Blogg da Baratada

Meus queridos bloggistas

sem o vosso supremo consentimento tomei há pouco a iniciativa de falar com o Eduardo, para Portimão, dando-lhe notícia do blogg que nós vamos "vendo" e "alimentando".

Falei com a Maria Isabel, e dei-lhe notícia do Blogg. A Maria Isabel tomou boa nota e como vêem entretanto para Lisboa verão o Blogg com os filhos.

Cheguei a esta ideia, por para além de serem Baratas, ainda que Corrêa, são da família e com todo o direito, não só a ver como a participar.

Ao publicarmos fotografias onde está o tio Joaquim, e todos os outros irmãos do Zé Barata, pareceu-me que também eles deviam conhecer o blogg.

Há mais ramos na família.

Eu neste caso, limitei-me àquele que eu melhor conheço, e lembrando o Zé Barata que sabendo das nossa visitas a Portimão e dos nossos passeios com o Joaquim, o dre(o) e a Beli, me perguntava: -Ó Mário, você conhece o Eduardo, aquele meu sobrinho que é médico em Portimão.... (havia normalmente risota e ainda continua a haver, por repetição da frase quando o Eduardo é falado cá em casa).

Aos outros ramos, deixo aos que maior contacto com eles têm a tarefa de lhes dar notícia.

Aos administradores do blogg a tarefa, se disso fôr caso, de diariamente e por mais de uma vez, arranjarem tempo para enviarem os "convites" caso haja adesões.

É que quando se quer participar a ansiedade é muito grande.

Beijos e abraços a todos.

PS- Se acharem a ideia parva batam-me no dia 17 ou 24 do corrente mês. De preferência com aviso prévio.

08 dezembro 2005

Parabéns "mana" Chacha

Contagens

Contar é uma necessidade básica do homem. Por vezes há quem exagere e conte coisas que não é normal contarem-se. Eu provavelmente sou dos exagerados embora procure não chatear os outros com as minhas estatísticas.
Isto a propósito de hoje ter ido nadar ao Jamor pela 700ª vez desde Novembro de 98 e ter completado 1400km nas 28000 piscinas de 50 metros que nadei. Com todo o rigor.
Desculpem-me lá misturar isto com as celebrações familiares.
A propósito, o Afonso não quer escrever qualquer coisinha hoje?

A minha Madrinha

Quando eu era miúdo o Dia da Mãe era festejado a 8 de Dezembro, dia de Nossa Senhora da Conceição e da Sua consagração como padroeira de Portugal. Depois, a harmonização com o calendário mundial pôs-nos a festejar o Dia da Mãe num qualquer domingo de Maio que eu nunca sei qual é.
Um bocado radicalmente nunca aceitei muito bem esta mudança e deixei de ligar esse dia à minha própria mãe. Por isso o dia 8 de Dezembro era o dia em que eu lhe telefonava pretestando uma coisa qualquer e acabava por dizer que aquele, para mim, era o verdadeiro Dia da Mãe.
Nesse dia festejava ela o aniversário do dia em que ela própria tinha sido mãe da sua primeira menina: A minha irmã Maria da Graça.
Que me dá a honra de ser minha madrinha. A minha irmã que se tornou uma rica mãe e até uma rica avó. A minha irmã Maria da Graça que nasceu para azucrinar crianças e apertar-lhes as bochechas sem meios termos. A Senhora Doutora Maria da Graça que era o orgulho da sua mãe quando, em Mangualde, lhe vinham dizer maravilhas dela. A minha companheira da classe trabalhadora em oposição aos outros manos que, reformados, vivem à custa dos nossos impostos (e eu com inveja..).
Olha menina: Poupa-te e goza muito! Os meus parabéns!!

05 dezembro 2005

Efeitos das férias e das vitaminas


E depois das férias de Verão, a enorme fixação da vitamina D, e a ingestão de toda a panóplia das da fruta deu no que deu.
Reparem no ar embevecido da mãe.

O controlo do peso era muito importante


Pois é.
A grande preocupação com o peso do Bão Beras, levava e obrigava até a um controlo de peso mesmo durante a época balnear.
Como podem ver pela fotografia o "pediatra" usando das melhores técnicas controlava o peso do rebento.


No passado dia 3 fez 31 anos que eu fui mãe de um rebento lindissimo que me deu muita felicidade como todos calculam. Apesar do atrás referido, oficialmente a linda criança que dá pelo nome de João, só faz anos no dia 20 de Dezembro, facto que é directamente provocado pela falta de peso já mencionada pelo tio Mário. Para quem não saiba da história, vou contá-la resumidamente: quando o João nasceu as mães só tinham 30 dias de licença de parto. Como havia o tal défice de tecido adiposo, que se agravou, chegando o nasciturno a pesar menos de dois quilos, e estando eu de atestado á data do nascimento, resolvi declarar como data do nascimento o dia em que o atestado acabava dando assim mais uns dias ao João para estar em casa sossegadinho com a mãe (coisas de outros tempos!). Apesar de magrinho era muito rijo e fez-se em pouco tempo um bébé bem gorducho para gaudio da Avó Lia que o pesava todos os dias. Na foto que se junta vê-se bem como ele era, e é bom que fique explicado que não era a barriga que era grande, mas sim o peito que era pequeno...

03 dezembro 2005

31 Anos

Pois é, não sei se é hoje ou dia 20, mas já lá vão 31 anos
13,45 h, D. margarida ( guida p´ros amigos) já sentia o aliviar do "grande" fardo que carregava (2,650 Kg de massa e outros tantos em porcaria). Com um nome bastante invulgar, João. De veras sentiu uma vontade de gritar que ensurdou o pobre Pai que "ajudava" a Mãe na chegada dos 52 cm de gente.
Abraços a todos os Baratas e enxertos blogistas e não blogistas
João Veras

02 dezembro 2005

Já lá vai um ano!!

Pois é, faz hoje um ano que a nossa Tilinha nos deixou!!
Descanse em paz.
Beijinhos da estreante, Maria da Graça.

Bom fim de semana


Carlos Barata Correia, vosso familiar, vem comunicar por este meio que, devido a deslocação a Aveiro para assistir ao Festival "Sons em trânsito", não se encontrará em sua casa para receber todos aqueles que assim o desejarem. Mais comunica que ontem, a Tia Guida mais o Tio Luís cá estiveram a usufruir da minha hospitalidade e a visionar, em estreia praticamente absoluta, o DVD do espectáculo da Ronda. Aproveiro para desejar a todos um bom fim de semana.

novo elemento na Suécia

A delegação sueca da família tem um novo elemento: chama-se Sven e tem 16anos. É cinzento, tem muitos cavalos lá dentro, e é muita giro!!
Quando cá vierem, já têm serviço shuttle porta a porta, desde a estação de comboio até casa, e direito a passeios para as florestas à volta de Malmö, e tantos outros sítios giros que por aqui há para ver.
















(é incrível, já só faltam 3semanas para o Natal... :-) )
beijinhos a todos da Joana e do Murat

30 novembro 2005

Tirando o Jaime da cartola



Dizia o Carlos Augusto que eu tinha muitas estórias na cartola.
Terei algumas e vou agora tirar uma a propósito do nosso amigo Jaime.

A certa altura da sua vida o Jaime foi para os Estados Unidos e por lá viveu uns anos.

Levou uma colecção de Galos de Barcelos de vários tamanhos, desde os minúsculos aos maiores.

O que fazer então?

Pôr o mais pequeno num vaso, regá-lo e quem sabe tirar qualquer erva daninha que da terra brotasse.

Pelo sossego da noite, não sei a que intervalos, substituí-lo pelo tamanho a seguir.

Andava tudo intrigado com aquela planta que tinha tantas cores e um feito tão esquisito.

Foi descoberto um belo dia quando o filho a alguém que lhe perguntou o que era aquilo disse:
-São umas estatuetas que o meu pai tem lá em casa num armário, tem uma data delas de vários tamanhos.

E foi assim que o Galo de Barcelos quase alcançou o poder.

28 novembro 2005

Bela noite

Hoje o Jaime, meu grande amigo de Almada, e o Tóino Sousa, meu grande amigo de Tomar, vieram cá jantar a casa. O Jaime fazia anos mas isso nem sequer é o mais importante, a não ser o ele me dar a honra de o receber, em data normalmente tida como importante.
Comemos uma belíssima galinha de fricassé (estava divinal), bebemos um Dão Reserva "Quinta de Cabriz" que recomendo vivamente e um monocasta "castelão" da Quinta de Alcube em Palmela, mas o grande condimento da noite foi conversa, muita conversa com dois viciados da música, que fazem parte da minha biografia e que eu estimo muito.
Ouvimos, ciceroneados por mim, o último do Paul mcCartney, que é uma aparição vinda do centro das maravilhas, as "Segue-me à capella" umas desconhecidas portuguesas que só não agradam ao casmurro mais insensível e uma coisa dos Beach Boys chamada "Smile" que começou a ser feita há 30 anos e que acabou no ano passado. Coisas de velhos com muito bom gosto.
Foi um serão inesquecível que eu descrevi para vocês, meus familiares leitores, com o pormenor que lhes permita imaginar o prazer que tive. O Camões também nos descreve coisas que não conhecemos de uma maneira que nos faz dizer: "eu não percebo, mas gosto!!". Eu sei que não sou o Camões...até porque tenho dois olhos, apesar de míopes. Mas tentei...
Antes do soninho vim aqui e.... mais uma alegria. Estou francamente contente com a chegada do Zé Eduardo a este nosso blog. Só falta a Maria da Graça para completar a fraternidade. Faltarão outros, mas isto está a ficar completo. Estamos à beira de nos tornarmos uma referência. Não acreditam? Viva a lamechice!!!
Esta fotografia é do Tóino Sousa, em Maio passado, a tratar de um borrego no forno com batatinhas, na casa dele em Arroteia, Venda Nova, Tomar. Ou seja na àrea metropolitana de Tomar, ou ainda, na Grande Tomar. Aaah, grande Tomar.

Há dias felizes...

Há dias felizes, e um deles para mim foi sem dúvida o dia em que nasceste! Foi um dia em cheio, em que mudaste a vida de muita gente:fizeste de mim tia, do avô Fernando e da avó Graça avós (que tanto queriam ser), e da Cláudia e do Miguel pais.Como se tudo isto não bastasse, ainda me escolheste para ser tua madrinha!!!!
Tu nasceste às 23h 07m (acho eu), e para aí às 23h15 tocou o meu telemóvel....era a tua mãe,fresca que nem uma alface (o que eu não consigo perceber), a dizer-me que já era tia! Fiquei tão contente, que ía sendo atropelada na passadeira, e chovia a potes!Já sou TIA, ía eu dizendo pala rua baixinho, mas com uma enorme vontade de gritar bem alto,a novidade que de tanto orgulho me encheu!!
Parabéns meu querido, espero que tenhas um dia muito feliz e com muitos presentes!
Um grande beijinho de todos.

Parabéns JOÃO MARIA


Repondo a dura realidade e ainda que clandestino foi o João Maria visto num sítio que eu nem me atrevo a revelar.
PARABÉNS!!!!!!!!!!!!!!!!

26 novembro 2005

a Brincolage mais à frente

No fim de semana passado o Murat e eu fomos passear a um parque natural que fica a cerca de 50 (?) kms de Malmö. Estava um dia fantástico, bastante frio mas com muito sol, e uma visibilidade excelente. o passeio foi óptimo. mas o mais fantástico, foi um local no mínimo bizarro, que o Murat me foi mostrar: há um tipo que leva a Brincolage muito mais a sério do que tu, tio Caú!!.
pois senão ora vejam:
em 1980, num pequeno recanto do parque natural, mesmo à beira-mar, o tal de Lars Vilks começa a construir uma estrutura com pregos e restos de madeira, à qual chama "Nimis" (vem do latim, quer dizer "demasiado" (?) ). em pleno 2005, 25 anos depois, o tipo ainda para lá anda, encosta acima e abaixo, a pregar pedaços e restos de madeira.
o resultado é qualquer coisa de mirambulante:















































(o acesso desde o caminho pedestre do parque natural é de cabras, 500metros de descida íngreme, e difícil... imaginem o Vilks a fazer isto todos os dias para trabalhar na sua escultura :-))

Pois, e se pensavam que depois disto não havia espaço para mais excentricidade, pois tenho a dizer-vos que ... ainda agora começámos!: uma outra escultura, desta vez feita de pedra e betão, está construída perto da linha de costa, ao lado da Nimis: chama-se Ark e tem este aspecto:
















Se olharem com cuidado, podem ver que cada pedra tem um número pintado a tinta branca. Pois esta escultura é, nada mais nada menos, do que um livro! Claro!!! Como é que não nos lembrámos ...???
O tipo da escultura lá andava a alegremente a martelar de um lado para o outro, e não resistimos a meter conversa com ele. Claro que aquilo era um livro, e à pergunta do Murat acerca do tema, ele lá respondeu que dependia do ponto de vista do leitor, mas que era assim um bocado aborrecido, porque era meio filosófico. Característica especial é que não dá para "virar" as páginas do livro, é o leitor que tem de se mexer :-).

Quando achámos que a excentricidade tinha atingido o limite do dia, do mês, do ano, não é que o Lars lá nos começa a contar que nos encontrámos num país distinto, em que teoricamente teríamos de ter apresentado passaporte. ...qué.....? ....importa-se de repetir?.....pois, tínhamos pisado solo da Ladónia (quase dá para confundir com a terra do Pai Natal), e estávamos a falar com o State Secretary! bem comentava o Murat que aquele deve ser o State Secretary mais activo de toda a história da humanidade, hehehehe - o homem martela tudo sozinho!.
A história da Ladónia é curiosa. Tem 12.000 habitantes, e quase tantos outros ministros - alguns de nacionalidade portuguesa! O Lars ficou contente de ter tido a visita de duas delegações internacionais, de países tão importantes como a Turquia e Portugal .
O mais fantástico de tudo é que o Lars me pareceu uma pessoa perfeitamente normal. Um discurso inteligente, uma pessoa com pica e dinamismo. Um tipo novo (deve ter começado no martelo aos 20anos...) É de se ficar perplexo.... O homem é um artista, dá aulas de arte, e viaja imenso, segundo ele próprio.
Se estiverem interessados, a história completa está em www.ladonia.com. Quem sabe algum dos baratas não se quererá tornar nacional da Ladónia? :-)
Acho que só apetece acabar com a expressão do Fernando Peça: "E esta hem?"

PS - hoje começou a nevar! o chão ainda não fica branco, a neve derrete logo. o dia esteve soturno, cinzento e ventoso. mas os baratas não se intimidam!!! :-)

24 novembro 2005

A propósito do Karl



A Inês trouxe à memória colectiva o Karl Lang.
Julgo que todos sabem, mas de uma forma resumida o Karl Lang foi um dos meninos autríacos que no final da guerra e por dificuldades no seu país de origem vieram para Portugal, e foi recebido e instalado na Sertã em casa da Tia Maria José.
Muitos ficaram, muitos regressaram.
O Gustav Zenkl, por exemplo, que julgo ter sido recebido na Quinta do D. Infante da Câmara, foi até cavaleiro tauromáquico e viveu quase toda a sua vida em Portugal.
Adiante ao que interessa.


O Zé Eduardo que brincou com o Karl na Sertã, nas férias ou quando ia visitar a Tia conseguiu restabelecer contacto com ele já em muito adulto.
Esteve com ele em Viena e no ano seguinte, depois de cartas trocadas com a Tia Maria José (a sua mãe portuguesa) veio a Portugal com a família.
Um dia estavamos nós cá de casa em Almada e o Avô convida-nos para vos representar num jantar com o Karl e família e os Telivetes.
Lembrei-me então de tentar arranjar fotocópias de documentos sobre a passagem do Karl por Portugal. Depois de uma conversa com uma senhora da Caritas chegaram-me à mão duas fotocópias do processo do Karl Lang.
Quando a família Lang chegou e depois das apresentações, com um cumprimento formal e "teutónico", quase de vénia de cabeça e batidas de tacões, eu disse à Sylvia (filha), que tinha ali naquele envelope uma pequena prenda para o pai.

A mulher do Karl olhava para mim com um olhar inquisitorial enquanto a filha dizia ao pai qualquer coisa do tipo volkswagen e telefunken, e o Karl olhava para mim também com curiosidade.

Abriu o envelope e deu para ver o olhar dele a descer no documento de cima abaixo e ao chegar ao fim e olhando para a assinatura disse:
Mamma, mamma!!!

Passou as folhas à mulher e foi a primeira vez, e a única até agora, que um austríaco me abraçou, levantou ao ar e me encheu as bochexas de beijos.

23 novembro 2005

Legenda


Re-publico aqui a fotografia para legendá-la resumidamente. Primeiro pensei em fazê-lo como comentário, mas assim acho que fica mais à mão. (O Mário não se zanga!)
Estes seis personagens são os seis filhos de Efigénia (1871-1944) e Eduardo ( 1869- 1933) . Em cima , da esquerda para a direita são: Eduardo (o 4º- 1902-1957), Maria José ( a 5ª- 1906- 1988) e António (o 1º- 1893- ?). Em baixo: José (o 6º- 1911- 1984), Maria Madalena (a 2ª- 1897-1937) e Joaquim (o 3º- 1898- 1955).

2 baratas na suécia

Hej hej, god morgon :-),

o Pai está por cá, ontem deu os 1os passos exploratórios por Malmö, e hoje foi para Copenhaga de manhã. Daqui a bocadinho, a seguir à minha aula de sueco, vou ter com ele, para passearmos um bocado pelas ruas dinamarquesas e para irmos ao ballet ver o Romeu e Julieta, no Royal Danish Theatre









(somos uma família cheia de cóltura :-) )


De resto, o meu sueco lá vai, lento e lento.
A temperatura por aqui já baixou um bocadinho mais, de noite temos entre -5 e -1ºC, e durante o dia uns amenos +2 a +5ºC. Claro que sempre com muito sol, para fazer lembrar Portugal :-).

Beijinhos a todos dos baratas na Suécia e boa meia-semana

PS - Óh tio Caú, contaste os posts todos, UM a UM??? estou impressionada....

22 novembro 2005

Cem

Este é o post número 100. Parece mentira mas é verdade. Contando com os muitos comentários temos aqui muita informação, literatura, ternura, gozo e muitas outras coisas que transformam este original blog familiar num prazer e numa utilidade.
Estes 100 postes foram publicados com assinatura de 13 pessoas, sendo que, algumas vezes, essas assinaturas corresponderam a diversos hóspedes (por exemplo, a Margarida e o Rui escrevem os dois como Guerra e a Tia Guida, no início, travestia-se de Nuno).
Ranking (do qual me envergonho pois nunca pensei ser esta a situação. C’a granda chato):

1- Carlos 23 (com este)
2- Lena 13
3- Inês 12
4- Nuno 10
-- Mário 10
6- Eduardo 6
7- Joana 5
-- Rita 5
-- Guida 5
-- Guerra 5
11- Miguel Aviador 4
12- João Veras 1
----Guilherme 1

Os comentários são em número de 346, repito, 346, distribuídos por Setembro (14), Outubro (189) e Novembro (143). O post mais comentado é o da ida à Catedral, escrito pelo Miguel Aviador, com 9 comentários (que afinal são 8 porque um foi apagado, mas enfim..!). Há muitos postes com 8 comentários.
E pronto! Era só isto.

PS- O Zé Eduardo está na Suécia?

Se não postas ponho outras


Padrinhos ansiosos esperam por post.

21 novembro 2005

Buscas de memória da Baratada



Como é que esta família podia sair feia?

Não vejo como...

Os ADN's "exteriores" serão tratados posteriormente.

Tios velhinhos, ajudem lá os mais novos....

(post a meias com a Tia Lena)

Desculpem lá...

Olá família:
Eu sou o Afonso e queria participar- vos que vou ser baptizado no dia 8 de Dezembro, às 12.30 aqui em Viseu.Escolhi este dia por várias razões: por ser feriado,por ser o dia em que a Avó Graça faz 65 anos e também porque sei que a Avó Lia (que eu infelizmente não conheci), vai gostar muito do dia escolhido, por ser dia de Nossa Senhora da Conceição,a quem entregava os seus pedidos quando alguém precisava.Além disso, o Baptizado tem que ser já, porque eu estou a ficar muito gordinho e depois o vestido não me serve!Eu e os meus pais,temos muita pena de não poder fazer uma festa para todos, mas infelizmente não é possível!! No entanto, fico contente, porque a minha mãe me disse que na nossa família, não precisamos de estar juntos, para que estejam connosco nesse dia!!Depois no Natal, eu levo-lhes uma fatia do meu bolo (com o frio que está cá, não se estraga).
Muitos beijinhos para todos,
Afonso Maria.

P.S.- Por acaso sabiam que existe um Santo que é S. Afonso Maria e que se comemora no dia 3 de Agosto?? Pois, eu também não....

a outra criança

Nesta família cheia de criançada com histórias para contar fica o meu testemunho. Tendo adoptado um cão desde que a Rita se mudou para dois andares acima (tendo arranjado dois gatos entretanto, a traidora), também dou por mim a levantar-me às 4h21 da manhã porque o meu "menino" não se cala.

Tal como um bébé, ele não expressa de forma conveniente os seus pensamentos, ladrando em vez de chorar. Mas por outro lado contenta-se com pouco: basta acender a luz, refilar com ele uns dez segundos, abrir a porta para o quintal, dar-lhe outros dez segundos para ele dar uma voltinha, e voltar a dormir. Que aqui não há biberões, nem fraldas sujas, nem o Goss ladra em alemão.

19 novembro 2005

Filho de Peixe...


Como diz o ditado…

“Filho de peixe...
sabe nadar”.
E cá em casa, isto funciona na perfeição!!

Muito adeptos do Desporto, pai e filho comungam da mesma paixão, o Karaté!! A avaliar pelas fotos, vê-se que o pequeno segue à risca as pegadas do progenitor.

A sua técnica favorita é o “Mae Geri”, que em Karateguês quer dizer pontapé frontal.

Como dá para ver, o pequenote não se intimida com o tamanho do adversário.

Beijinhos.

O melhor do mundo são as crianças!

Olá família!

Finalmente resolvi estrear-me na blogmania. Aproveito o momento de acalmia que reina no lar, para vos escrever algumas linhas. O Afonso acabou de comer, arrotou e está a dormir; o Rodrigo almoçou, não sei se arrotou e também está a dormir; o Rui também almoçou, não arrotou (assim manda a Paula Bobonne) e só não está a dormir porque alguém tem que trabalhar nesta casa.
“-Afonsinho…”, diz o Rodrigo ternamente, espreitando com seus enormes faróis para dentro do berço. Aproximando-se um pouco mais, conclui : “- Seu estúpido!”. Perante tal gesto, fico por vezes receosa quando o seu instinto protector de irmão mais velho lhe invade a sua cabecita…
“-Pronto Afonsinho, não chores mais …a mãe já vem! Toma a tua chupeta!”. Como a resposta, não foi a esperada abertura de boca para introduzir a dita, o primeiro puxão de orelhas não se fez esperar! Assim, o pequeno Afonso, teve o primeiro contacto com a dura realidade de ser o benjamim da família (e como eu o entendo). Mas, como a justiça tarda mas não falha, depressa o pequeno se vingou e, na primeira oportunidade, afincou suas pequenas porém afiadas unhas, na bochecha do irmão, que prontamente respondeu: “-És mesmo um palerma!”. No entanto, onde há crianças, as recompensas não se fazem esperar. Sentámo-nos à mesa e o Rodrigo disse: “- Mãe, este jantar está fascinante!!”.E, como que para obter a concordância do irmão, apressou-se a colocar-lhe uma batatita na boca, que este rejeitou de imediato esboçando uma tremenda careta…não deve apreciar fritos!!
E pronto, afinal, não são as crianças o melhor do mundo???

Beijinhos, Margarida.

18 novembro 2005

Dos Aviões - Parte I

Como não pediram muito para não explicar, e aproveitando o facto de ontem ter sido noite de mais umas viagens nepalesas, aqui fica o elucidamento possível acerca dos aviões que voam informaticamente. Como referi no outro dia, a minha intervenção abarca correntemente 3 áreas distintas. A saber: aviação de aeroclube (presentemente voando no SplashClub), aviação de aerolinha por conta própria (tipo "eu sou dono desta companhia e voo o avião que me apetece, de onde me apetece e para onde me apetece", portanto, num exercício extremo de democracia) e finalmente a aviação de aerolinha "profissional" (no caso voando para a SATA Virtual, pertencendo aos quadros da companhia SATA Air Açores Virtual). Tinha ainda a quarta linha de actuação que era o meu site, mas por escassez de tempo tive de deixar de o actualizar. A temática é vasta, e não querendo abusar da paciência dos caríssimos compartilhantes deste espaço familiar, verso hoje sobre a base teórica do voo simulado para, em próximas ocasiões, (caso continuem a não pedir muito), escaranfunchar as diferentes vertentes atrás tecladas. A ferramenta principal é o simulador de voo. O mais desenvolvido e usado pela generalidade da comunidade de aviação virtual é o Microsoft Flight Simulator - vulgo "FS". Já vai na nona versão (se quiserem saber a história deste simulador, gastando 32Mb, podem ver este filme) e é aprovado pela Força Aérea Americana para treino "primário" de pilotos. Disponibiliza uma série de diferentes aviões bem como aquilo a que chamamos o cenário. O cenário é o mundo em si, com as cidades, montanhas, rios, oceanos e, claro, para aí uns 4 mil e tal aeroportos. É o que se vê nas fotos que acompanham este texto e o do meu post anterior sobre o assunto. Além disso estão também incluídas todo o tipo de rádio-ajudas de navegação existentes no mundo, colocadas nos seus devidos lugares, isto é, correspondendo à sua posição real no terreno. Claro que muita coisa não é perfeita. Se em Lisboa podemos ver a Ponte sobre o Tejo, já o Aqueduto das Águas Livres não está presente. No entanto, há muita gente que desenvolve "programas" (chamados "add-ons" porque se "adicionam" ao simulador) para complementar e melhorar as coisas menos exactas do simulador base. Assim, e por exemplo, se no FS "base" podemos encontrar as pistas de Lisboa com a orientação e tamanho correcto já os edifícios do aeroporto não são iguais aos reais. Ora, com a instalação de um add-on ficamos com o aeroporto tal e qual ele é. Estes add-ons por vezes são pagos, outras são gratuitos.
Concordo que nesta fase não há muita diferença entre isto e um banal jogo de corrida de automóveis. Nos mais recentes, até lá estão as pistas certinhas, as bancadas, enfim, tudo muito realista também. Mas a diferença começa aqui. Com o advento da internet, a par do aperfeiçoamento do simulador, começou a ser possível abandonar a posição do "voar sózinho em casa" para partilhar o espaço virtual com outros "aviadores de sofá" e, muito importante, com os controladores de tráfego aéreo. Sim, porque a par dos malucos que gostam de voar há a categoria dos malucos que gostam de ser sinaleiros dos céus. Para além disso, a existência no simulador de todo o tipo de rádio-ajudas de navegação (também chamados rádio-faróis pela similitude com os faróis terrestres de ajuda à navegação marítima) permite ao aviador e controlador virtuais simular, de facto, todos os procedimentos que são feitos na realidade. Para além disso, há quem se dedique (mais uma vez, comercialmente ou não) a desenvolver simuladores mais detalhados de diversos tipos de avião - Airbus, Boeing, etc. O nível de realismo pode ser bastante grande obrigando à leitura de dezenas de páginas de manuais a fim de poder operar o avião. Adicionalmente e para estar apto a voar nas redes de simulação, isto é, partilhando o mesmo espaço cibernético com outros pilotos e controladores, há que estudar um bocado para adquirir conhecimento em áreas como navegação aérea, procedimentos de voo, interpretação de cartas aeronáuticas (são usadas as cartas reais, iguais às que os pilotos levam nos seus aviões), interpretação de relatórios de meteorologia, fraseologia própria para comunicação, e mais uma catrapazada de outras coisas. Para não tornar isto tudo muito longo e maçudo, imaginem o seguinte. Eu estou sentado aqui em casa, e posiciono no computador, ou no "jogo" se preferirem, o "meu" Airbus na placa do Aeroporto de Lisboa. Como estou ligado à internet (e através de uma série de tecnicalidades que não vale a pena detalhar), estou a partilhar o espaço cibernético com outros pilotos e com os controladores de tráfego. Por exemplo, pode acontecer estar a olhar pela janela do meu avião e ver um Boeing, por exemplo da Varig, que está a ser "manejado" por alguém sentado na sua casa em, digamos, São Paulo. A "ver-nos" a ambos, no seu ecrán de radar virtual, está o controlador que nos dará a todas as instruções necessárias para podermos fazer o voo (autorização de rota, indicações de caminho para a pista e orientação do voo quando no ar). Estas instruções são-nos transmitidas por voz (através de programas simpáticos que nos permitem falar, de facto, através da internet), tal como num rádio real de comunicação (temos que sintonizar a respectiva frequência no rádio do avião). Mais, se eu olhar pela janela de casa e lá fora estiver o céu carregado, a chover, e uma grande ventania, o mais certo é que se "olhar" pela janela do meu avião, também vou ver o céu carregado, provavelmente estará a chover e terei também uma grande ventania, tendo o vento até a mesma direcção que na realidade. Isto porque o simulador descarrega da internet os relatórios de meteorologia, reais e em tempo real, dos aeroportos e simula as respectivas condições de tempo.
Por estas coisas é que este passatempo é razoavelmente distinto do vulgar jogo de computador. Há uma forte interacção com a realidade e há o factor-humano. De facto, simula-se, não se joga. E sim, muito mais há a dizer sobre o assunto, mas se chegaram até aqui tenho que dar os parabéns e não arrisco mais a vossa generosa paciência. Espero ter conseguido dar uma ideia de como as coisas se passam, isto em termos de simulador e meios existentes. O que faço, na prática, terá que ficar para outra ocasião. Se pedirem muito, claro...
PS: as fotos que acompanham o texto dizem respeito ao "passeio" de ontem. Mais uma jornada com nevoeiro à saída e à chegada mas com o disfrutar de paisagens incríveis enquanto se voava no meio dos vales rodeados de escarpas em busca de uma mísera tira de relva onde pousar o pássaro.

Talvez não saibam

Sou um admirador do Google que acho um milagre tecnológico e empresarial. Quando me ensinaram esta multipliquei por dois a minha admiração:
Busquem, no Google, a palavra failure (falha ou falhado), sem aspas e depois cliquem no "sinto-me com sorte" ou "I feel lucky" e vejam o que aparece.

17 novembro 2005

A Ronda na Antena 1 - As Fotos

Este foi o post que foi hoje colocado no blog da Ronda com a reportagem fotográfica. Fica para quem interessar.
"Conforme por aqui escrito ontem, a Ronda apresentou-se hoje no programa que o Armando Carvalheda e mais uma equipa simpática e eficiente faz o favor de manter "ao vivo". Foi uma bela tarde musical em que nós, os 6 da Ronda, convivemos musicalmente com os 4 do quarteto de cordas, mais os presentes na lotada sala e mais os que puseram ouvidos na transmissão via rádio. Incluiu, que estas coisas valem pelo todo, um almoço no "Tó do marisco" com todos os participantes, que serviu para pôr a conversa em dia. Apareceu o Pedro V, nosso baixista de substituição que prometeu colaborar neste "blog" mais amiúde.
O fotógrafo oficial da Ronda não pôde comparecer mas não foi por isso que deixou de fazer algumas fotos que seguem a seguir:
Nesta primeira a Ronda iniciava a sua actuação com "Canção de Janeiro".





Esta segunda imagem foi tirada quando António Prata respondia a pergunta de Armando Carvalheda.




Por fim a Ronda escuta os aplausos, simpáticos e acolhedores, dos espectadores.





O fim do dia, após um brutal engarrafamento de trânsito, foi passado no restaurante " A brasa da Bela-vista", mais conhecido (por nós) pelo porco preto, onde comemos do dito e mais qualquer coisa. Bem!!"

Obrigado..

Desde já quero agradecer a TODOS por se terem lembrado dos meus anos. Foi um dia bem passado, com aulas á mistura, e surpresas dos colegas.. Diverti-me bastante, acabando assim o dia toda riscada e com uma rica dor de barriga de tanto rir, graças ás piadinhas dos stores/colegas. O jantar foi muito bom. Temos cá a avó Clara agora uns dias connosco.
Esqueci-me da minha pass por isso usei aqui a conta da minha mãe, pra fazer um postezinho a agradecer. MUITOS beijinhos para todos da Clara !

P.S: Clotilde é sem duvida daqueles nomes que invejo ! :P ;)
Meus queridos familiares: cá estou eu depois de um dia de trabalho em prol da Irmandade. Acabei de chegar de Tomar onde fui tratar de alguns assuntos importantes sempre acompanhada pelo tio Luis, que, não desfazendo é uma óptima companhia! Claro que ás 4 horas da tarde estávamos os dois a ouvir, tão alto quanto possível, a Ronda dos Quatro Caminhos pela telefonia vulgo rádio do carro, enquanto percorriamos a péssima estrada que liga Tomar a Leiria. Quem ouviu o programa deve ter sentido o mesmo orgulho que eu ao ouvir os elogios rasgados que o «dono» do programa fez ao grupo de que tão brilhantemente faz parte o meu mano. Aliaz ele próprio afirmou não perceber como é que a Ronda tinha conseguido sobreviver antes de ele dela fazer parte... Salvaguardando alguma imodéstia, também não percebo. Obrigada Mano pelo orgulho que nos fazes sentir, e sem favor pois vocês são mesmo muito bons.Beijocas e parabéns.

16 novembro 2005

Parabéns Caldinha

Muitos parabéns à menina que há 37 anos atrás, parecia uma maçã camoesa (palavras do avô Zé); quanto a mim, e tendo em conta as fotografias que ilustram o feliz dia, era bastante mais parecida com uma maçã assada acabada de sair do forno! Muitos parabéns maninha!
Muitos beijinhos também para a Clarinha, que faz hoje 37-22=15...bonita idade!Beijinhos de todos, embora os todos já estejam a dormir.
Bjos, Margarida.

Amanhã na Antena 1

Se por acaso amanhã ás 4 da tarde tiverem uma telefonia ao pé, (uma telefonia é um rádio, não vá alguém não saber), sintonizem na Antena 1 se quiserem ouvir a Ronda a tocar ao vivo com mais um quarteto de cordas. Acho que, aqui na zona, é o 95.7. Se não quiserem ouvir, sintonizem outra coisa qualquer. Beijos pa todos.
Nem digo que a transmissão é do teatro da Luz, Largo da Luz ao Colégio Militar, porque é dia e hora de trabalho e a deslocação incómoda para todos.

Completam hoje 52 anos...







...a Cláudia e a Clara, ocupando na escala etária da sobrinhada, respectivamente os 3º e 14º lugares. Nascidas com um intervalo de 22 anos e com uma distância de cerca de 300 km, têm em comum terem a sorte de pertencer a esta família. É capaz de haver melhores, não as conheço todas, mas há-as em maior número, bem piores.


Também a família não tem razões de queixa delas, pelo menos até à data, mas olhem meninas que não contavámos com outra coisa. A mais velha leva um avanço considerável e já mostrou o que vale. A benjamina tem à frente ainda um longo percurso para fazer.
Não sei se estarei na melhor posição para tomar esta iniciativa, mas, se por um lado uma delas é minha filha, a outra é minha sobrinha há bem mais tempo e adoro as duas.

Digam lá se não são lindas?

PARABÉNS!!!

A Cláudia e mais a Clara

Hoje, dia 16, celebram o aniversário do seu nascimento a Cláudia (Viseu, 1968) e a Clara (Lisboa, 1990). Duas primas entre elas que têm em comum, para além do dia de nascimento, o facto de o seu nome começar por Cl. Por isso se diz que, se alguma menina voltar a nascer nesta data, se chamará Clotilde. Foram as primeiras meninas a nascer dos seus pais e, por isso, tiveram carinho suplementar e merecido que elas sempre souberam agradecer com o seu comportamento exemplar (digo eu!). Ofereço-lhes estes versos:
_
A Cláudia e mais a Clara
Nasceram as duas em Novembro
Se nascessem dois meses antes
Tinham nascido em Setembro
_
A Cláudia é mais morena
E a Clara é a mais clara
Alegria para elas
Que a tristeza seja rara

15 novembro 2005

Notícias do Norte mais a Norte

A delegação sueca tem andado muito ocupada, e tem-se baldado a "desbaratar" no blog, está mal!!! Pois, garanto-vos que não temos jogado à sueca.

Temos trabalhado bastante durante a semana - o Murat na Fundação, e eu em casa, a fazer coisas para a Weber, e os fins de semana são como aí, passam a correr...!! Entre o trabalho, temos depois as actividades típicas, a sauna, o ginásio, o brunch ao fim de semana. Têm de vir e experimentar tudo!

Achei que iam gostar de umas poucas fotografias tiradas do dia-a-dia malmoense, só para abrir o apetite da visita :-)










Os jantares cá por casa são apetitosos, o grande chefe da cozinha inova diariamente. Ainda não começámos a "comida de fusão luso-turca".. Até lá, vai uma fatia de pizza para abrir o apetite? Têm à escolha vegetariano ou com carne :-)


Os passeios de bicicleta são muito giros. Como podem ver à direita, as estradas para as biclas são bem melhores do que muitas das nossas (portuguesas) para os automóveis...


As cores do Outono


Uma casa sueca sui generis, dá para ver tudo lá para dentro :-). Apanhámos a vizinha e o cão no jardim a gozar a bela tarde de domingo!

O único arranha-céus de Malmo é este, o Turning Torso, marca do Calatrava. Faz lembrar as Amoreiras, na medida em que se vê de todo o lado. Mas é bem mais bonito...

O Pai chega na 2a feira para uma visita de uma semana, iupiii. O Murat nessa altura vai estar na Turquia em trabalho, mas ainda chega a tempo de passarmos o fim de semana todos juntos.
Quem é o próximo visitante da família?? O sofa-cama já cá está, já podem vir !!
Beijinhos com saudades a todos

PS - Eduardo, fico contente de ires emigrar outra vez. A tua irmã tem muita razão, isto é um bicho que cresce dentro de nós, can´t live with it, can´t live without it :-).